terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Sempre sua

No escuro da noite nada posso ver,
mas como uma estrela teu rosto brilha,
no céu do meu pensamento.


Axei que não te pertencia,
mas a quem pertenço se meus lábios tremem
somente em vê-lo.


Axei que não te pertencia,
mas a quem pertenço se meu coração bate mais forte
sempre que te beijo.


Se não é a ti que pertenço,
meu coração será pedra,
mas teu nome estará lapidado nele.


E mesmo assim, se não a ti pertencer
Então a ninguém mais...



p.s - poema feito por mim em 14/12/2000